A história do Capital Inicial
começa em Brasília, nos finais dos anos
70.
Para começar, eles não eram jovens comuns. Tinham uma turma enorme, a famosa "Turma da Colina", turma da qual também faziam parte: Renato Russo, Dado Villa-Lobos, Phillippe Seabra, e também o Fê, Flávio, Loro e o Dinho, entre outros. Muitos dos meninos da turma eram filhos de professores da UnB, que moravam, dentro do campus, num lugar chamado de colina. Tinham também filhos de diplomatas, militares e políticos. Tinham acesso à um outro mundo -- sendo que seus pais tinham que viver em países diferentes por razões de trabalho. Com isso eles tinham acesso a outras culturas (Principalmente as do "Primeiro Mundo" onde o rock, punk, etc... faziam uma parte muito grande da cultura dos paises em que eles viveram) e com isso enriqueciam o seu conhecimento "músical".
Entra o final dos anos 70 e com o surgimento do punk alguns garotos brasileiros estavam de olho e gostaram do que ouviam. É aí que começa um dos eventos culturais mais importantes do Brasil em termos de música. Cada época tem o seu evento cultural, isso em todos os sentidos, como se teve a Bossa Nova, Tropicália, etc...
Nos anos 80 tivemos o Rock de Brasília (claro também como o movimento do rock nacional em todo o país) e com isso tivemos muita música boa, música que falava CLARO sobre os desejos da juventude brasileira e as injustiças sociais. Isso tudo vindo de jovens como nós e acho que com isso eles "sacudiram" o cenário musical Brasileiro em meados dos anos 80.
Com essa leva estava o Capital Inicial, a Legião Urbana e o Plebe Rude, O famoso triunvirato de Brasília.
O Capital Inicial surgiu em 1982, formado no início pelo Loro e os irmãos Lemos, esses ultímos vindos da mãe de todas as bandas de Brasilia...o "Aborto Elétrico", Loro vindo da banda "Blitz 64" e também Heloísa, uma amiga, entrou para os vocais, mas só ficou até maio de 83. Em 1983, Dinho Ouro Preto, após um estágio como baixista da banda "dado e o reino animal" (assim mesmo, com letras minúsculas), onde também tocavam Dado Villa Lobos, Marcelo Bonfá e o Loro, entra para os vocais.
Estreiam em Brasília na UnB em um show chamado "Diga Adeus ao Vestibular", tocando em seguida em São Paulo (SESC Pompéia) e no Rio de Janeiro (Circo Voador). No final de 84 assinam um contrato com a CBS. Devido ao ritmo grande das viajens ao Sudeste e Sul do pais, eles decidem mudar para São Paulo no começo de 85 para poderem ficar mais perto das gravadoras e da sua área de mercado, o Sudeste e o Sul.
Lançam o seu primeiro disco em vinil, o compacto com as músicas "Descendo o Rio Nilo" e "Leve Desespero". Só que as coisas na CBS não eram exatamente um mar de rosas. Quando o Capital Inicial decidiu que não se apresentariam em programas como "Bolinha", "Hebe Camargo", etc..., a CBS resolve fechar as portas e não promovem mais o Capital Inicial.
Um tempinho depois eles eles saem da CBS e vão para a Polygram. Lançam seu primeiro disco chamado "Capital Inicial" e com ele vem os sucessos "Música Urbana", "Psicopata", "Fátima", "Veraneio Vascaína" (censurada pela Polícia Federal), "Leve Desespero" entre outras. O Capital Inicial recebe críticas muito boas com relação ao seu trabalho. Ganham o seu primeiro disco de ouro (pena da CBS) e se transformam em uma das pricipais bandas de rock do Brasil.
Sucesso e show nas principais capitais do país fazem do Capital Inicial uma das mais cotadas bandas no momento. Decidem "ampliar" o som e o Capital Inicial se transforma em um quinteto com a entrada do tecladista/letrista Bozzo Barreti, que foi produtor e também tocou teclados e piano no primeiro disco do Capital Inicial. Entra 1987 e o Capital Inicial lança "Indepedência" e vai mais show. Até que um certo cantor Inglês chamado Sting decide fazer uma turnê na Amerca Latina e o Brasil faz parte dessa turnê. Por causa de uma cláusula de contrato eles são o "Opening Act" para o Sting. Com essa turnê o Capital Inicial é exposto para uma audiência maior.
Entra 1988 e lançam "Vocé Não Precisa Entender". Desta vez usando vários efeitos com o computador, sampling, etc. O primeiro hit sendo "Pedra na Mão", com uma batida bem forte. Desta vez as rádios não prestam atenção e "Fogo", o segundo hit do album, começa tocar nas rádios só bem mais tarde. O disco não é bem recebido por alguns críticos e vende um pouco menos. Dinho sofre um acidente de carro e se machuca um pouco. Fazem um show no Canecão pouco depois do acidente com o Dinho ainda em fase de recuperação e dão um super show para o delírio da galera. Fazem vários shows em TV gravando em vários programas para jovens na Manchete (C&A ShopShow, Shock, etc.), SBT (Gugu, Silvio Santos, etc.), Bandeirantes (Capital ao vivo), Globo (Fantastico), etc. Com 1989 vem a notícia que iriamos ter um super festival que irá se chamar "Holywood Rock" . No mesmo estilo do Rock In Rio. O Capital Inicial se apresentará neste festival.
Com as gravações do novo disco já em andamento, decidem dar uma apressada para poderem lançar o disco no festival. E aí começa o corre-corre para poderem terminar o disco em tempo do "Holywood Rock". Tudo dá certo e eles lançam "Todos Os Lados" no festival "Holywood Rock" para o Brasilzão inteiro ver. Com os sucessos "Mickey Mouse Em Moscou", "Belos e Malditos" e "Todos Os Lados". Tocam em todo canto.
Com toda década se vê uma mudança. No começo dos anos 90 surge um movimento chamado "Alternative Rock" (vide: Nirvana, Pearl Jam e por aí vai...), o que dá uma sacudida no panorama musical.
O Capital Inicial resolve voltar as origens. "Eletricidade", lançado em 1991, marca o início de mudanças no Capital Inicial, começando pela gravadora. O álbum, lançado pela BMG, traz uma versão para "The Passenger", de Iggy Pop e Rick Gardner, batizada de "O Passageiro", e composições como "Kamikaze" e "Todas as Noites". Neste mesmo ano, participam da segunda edição do festival Rock in Rio.
Em 1992, Bozzo Barretti deixa o grupo, e em 1993, divergências musicais e pessoais levam o vocalista Dinho Ouro Preto a seguir carreira solo. Enquanto isso, o Capital Inicial, agora com Murilo Lima (ex-banda "Rúcula") nos vocais, lança "Rua 47" e "Ao Vivo".
Yves Passarel, ex-"Viper", tocou no Capital Inicial por volta de Janeiro de 1998 com a "breve" saida do Loro. Por pouco esse era o fim do Capital Inicial....será?
São Paulo, março de 1998. Amadurecidos, com o respaldo da ótima vendagem do CD "O Melhor do Capital Inicial", da constante execução de suas músicas nas principais emissoras de rádio do país, e, principalmente, com o apoio dos fãs -- que mantiveram o Capital Inicial vivo -- seus quatro integrantes originais decidem voltar a tocar juntos. Dinho Ouro Preto, Loro Jones, Fê Lemos e Flávio Lemos voltam aos estúdios para ensaiar um novo show, uma comemoração pelos 15 anos da banda e 20 anos do nascimento do rock candango. O repertório inclui sucessos, faixas pouco conhecidas e composições de bandas que fizeram parte da cena de Brasília nos anos 80, como "Plebe Rude", "Legião Urbana" e "Finis Africae". Ao mesmo tempo, começam a receber propostas de gravadoras, interessadas na gravação de um novo disco pela banda. E , como que para marcar esta reunião, eles estréiam o seu site oficial na internet.
Assinam com a Abril Music, para o lançamento de dois discos. Começam os ensaios para a gravação do novo disco, em Brasília e São Paulo. A gravação do novo disco foi feita em Nashville, TN (EUA), produzido por David Z., que já trabalhou com Prince entre outros. E foi gravado no Javelina Studios (antigo estúdio A da RCA). Voltam ao Brasil e começam os ensaios preparatórios do novo show. Em São Paulo é feito o lançamento do CD "Remixes" pela Polygram. Fazem gravação do clipe de "O Mundo". Lançam a música "O Mundo" nas rádios. E um pouco depois lançam o novo CD, "Atrás dos Olhos". Mais um clipe na área, o lançamento do clipe de "O Mundo" na MTV.
Estréia a turnê, com shows em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. Fazem bastante divulgação na imprensa. Agora contando com o Aislan nos teclados. Aislam, natural de BH, era um fã da banda e tocava numa banda cover do Capital Inicial em Belo Horizonte. Ele faz um grande trabalho tocando com o Capital Inicial.
Com isso o Capital Inicial se inventa novamente e continua a carreira de não só uma das melhores bandas de Rock que o pais já teve, como também uma das bandas que mais fizeram sucesso no Rock Brasil.
Com o sucesso de "Atrás dos Olhos" eles conseguem 5 indicações para o VMB da MTV Brasileira; melhor vídeo do ano, melhor direção, direção de arte, rock e escolha da audiêcia. Infelizmente justiça não foi feita e o Capital Inicial não levou nenhum p'rá casa.
Depois de muitos shows promovendo o CD Atrás Dos Olhos e de alguns show na versão "Acústico", o Capital Inicial acaba de gravar o seu "MTV Acústico", que também teve críticas muito boas. E também contou com as participações de Kiko Zambianchi (em Primeiros Erros) e Zélia Duncan (em Eu Vou Estar), sem esquecer é claro das participações de Aislan Gomes (Teclados) e do produtor Marcelo Sussekind (que também produziu o disco "Todos os Lados" de 1989).
Tocaram músicas que já são consideradas "clássicos" do Rock Brasileiro como Música Urbana, Fátima, entre outras e também as inéditas Natasha e Primeiros Erros (de Kiko Zambianchi)
O Capital Inicial acaba de ganhar o seu "Disco de Ouro" pela venda de mais de 100.000 cópias do CD do Acústico MTV (atualmente já passa de mais de UM MILHÃO de cópias vendidas). Capital Inicial, quem te viu e quem te vê. Motivo de orgulho para todos os fãs da banda. Com o Acústico MTV o Capital Inicial fez shows com lotação "esgotada" o Capital Inicial volta a ter um grande espaço na mídia e sucesso entre a nova geração. Os shows, de primeira grandeza diga-se de passagem, são verdadeiros espetáculos. Com muita ENERGIA e estilo, o show do Capital Inicial não deixa nenhum fã à desejar. São uma verdadeira celebração a vida e a alegria.
Agora já com vários web sites e fã clubes à diposição dos fãs (para links, dê uma checada na seção Links), a história do Capital Inicial fica mais "fácil" de ser achada.
Capital Inicial lança o seu primeiro disco "elétrico" depois do sucesso tremendo do "MTV Acústico", O ótimo "Rosas & Vinho Tinto". O primeiro single é "À Sua Maneira".
Infelizmente, depois do sucesso do acústico, Loro Jones deixa a banda e em seu lugar entra Yves Passarell (ex-Viper) na guitarra, que é um ótimo guitarrista e fez parte da banda de heavy metal Viper.
Viva o Rock Candango!!! Viva o Capital Inicial!!!
Para começar, eles não eram jovens comuns. Tinham uma turma enorme, a famosa "Turma da Colina", turma da qual também faziam parte: Renato Russo, Dado Villa-Lobos, Phillippe Seabra, e também o Fê, Flávio, Loro e o Dinho, entre outros. Muitos dos meninos da turma eram filhos de professores da UnB, que moravam, dentro do campus, num lugar chamado de colina. Tinham também filhos de diplomatas, militares e políticos. Tinham acesso à um outro mundo -- sendo que seus pais tinham que viver em países diferentes por razões de trabalho. Com isso eles tinham acesso a outras culturas (Principalmente as do "Primeiro Mundo" onde o rock, punk, etc... faziam uma parte muito grande da cultura dos paises em que eles viveram) e com isso enriqueciam o seu conhecimento "músical".
Entra o final dos anos 70 e com o surgimento do punk alguns garotos brasileiros estavam de olho e gostaram do que ouviam. É aí que começa um dos eventos culturais mais importantes do Brasil em termos de música. Cada época tem o seu evento cultural, isso em todos os sentidos, como se teve a Bossa Nova, Tropicália, etc...
Nos anos 80 tivemos o Rock de Brasília (claro também como o movimento do rock nacional em todo o país) e com isso tivemos muita música boa, música que falava CLARO sobre os desejos da juventude brasileira e as injustiças sociais. Isso tudo vindo de jovens como nós e acho que com isso eles "sacudiram" o cenário musical Brasileiro em meados dos anos 80.
Com essa leva estava o Capital Inicial, a Legião Urbana e o Plebe Rude, O famoso triunvirato de Brasília.
O Capital Inicial surgiu em 1982, formado no início pelo Loro e os irmãos Lemos, esses ultímos vindos da mãe de todas as bandas de Brasilia...o "Aborto Elétrico", Loro vindo da banda "Blitz 64" e também Heloísa, uma amiga, entrou para os vocais, mas só ficou até maio de 83. Em 1983, Dinho Ouro Preto, após um estágio como baixista da banda "dado e o reino animal" (assim mesmo, com letras minúsculas), onde também tocavam Dado Villa Lobos, Marcelo Bonfá e o Loro, entra para os vocais.
Estreiam em Brasília na UnB em um show chamado "Diga Adeus ao Vestibular", tocando em seguida em São Paulo (SESC Pompéia) e no Rio de Janeiro (Circo Voador). No final de 84 assinam um contrato com a CBS. Devido ao ritmo grande das viajens ao Sudeste e Sul do pais, eles decidem mudar para São Paulo no começo de 85 para poderem ficar mais perto das gravadoras e da sua área de mercado, o Sudeste e o Sul.
Lançam o seu primeiro disco em vinil, o compacto com as músicas "Descendo o Rio Nilo" e "Leve Desespero". Só que as coisas na CBS não eram exatamente um mar de rosas. Quando o Capital Inicial decidiu que não se apresentariam em programas como "Bolinha", "Hebe Camargo", etc..., a CBS resolve fechar as portas e não promovem mais o Capital Inicial.
Um tempinho depois eles eles saem da CBS e vão para a Polygram. Lançam seu primeiro disco chamado "Capital Inicial" e com ele vem os sucessos "Música Urbana", "Psicopata", "Fátima", "Veraneio Vascaína" (censurada pela Polícia Federal), "Leve Desespero" entre outras. O Capital Inicial recebe críticas muito boas com relação ao seu trabalho. Ganham o seu primeiro disco de ouro (pena da CBS) e se transformam em uma das pricipais bandas de rock do Brasil.
Sucesso e show nas principais capitais do país fazem do Capital Inicial uma das mais cotadas bandas no momento. Decidem "ampliar" o som e o Capital Inicial se transforma em um quinteto com a entrada do tecladista/letrista Bozzo Barreti, que foi produtor e também tocou teclados e piano no primeiro disco do Capital Inicial. Entra 1987 e o Capital Inicial lança "Indepedência" e vai mais show. Até que um certo cantor Inglês chamado Sting decide fazer uma turnê na Amerca Latina e o Brasil faz parte dessa turnê. Por causa de uma cláusula de contrato eles são o "Opening Act" para o Sting. Com essa turnê o Capital Inicial é exposto para uma audiência maior.
Entra 1988 e lançam "Vocé Não Precisa Entender". Desta vez usando vários efeitos com o computador, sampling, etc. O primeiro hit sendo "Pedra na Mão", com uma batida bem forte. Desta vez as rádios não prestam atenção e "Fogo", o segundo hit do album, começa tocar nas rádios só bem mais tarde. O disco não é bem recebido por alguns críticos e vende um pouco menos. Dinho sofre um acidente de carro e se machuca um pouco. Fazem um show no Canecão pouco depois do acidente com o Dinho ainda em fase de recuperação e dão um super show para o delírio da galera. Fazem vários shows em TV gravando em vários programas para jovens na Manchete (C&A ShopShow, Shock, etc.), SBT (Gugu, Silvio Santos, etc.), Bandeirantes (Capital ao vivo), Globo (Fantastico), etc. Com 1989 vem a notícia que iriamos ter um super festival que irá se chamar "Holywood Rock" . No mesmo estilo do Rock In Rio. O Capital Inicial se apresentará neste festival.
Com as gravações do novo disco já em andamento, decidem dar uma apressada para poderem lançar o disco no festival. E aí começa o corre-corre para poderem terminar o disco em tempo do "Holywood Rock". Tudo dá certo e eles lançam "Todos Os Lados" no festival "Holywood Rock" para o Brasilzão inteiro ver. Com os sucessos "Mickey Mouse Em Moscou", "Belos e Malditos" e "Todos Os Lados". Tocam em todo canto.
Com toda década se vê uma mudança. No começo dos anos 90 surge um movimento chamado "Alternative Rock" (vide: Nirvana, Pearl Jam e por aí vai...), o que dá uma sacudida no panorama musical.
O Capital Inicial resolve voltar as origens. "Eletricidade", lançado em 1991, marca o início de mudanças no Capital Inicial, começando pela gravadora. O álbum, lançado pela BMG, traz uma versão para "The Passenger", de Iggy Pop e Rick Gardner, batizada de "O Passageiro", e composições como "Kamikaze" e "Todas as Noites". Neste mesmo ano, participam da segunda edição do festival Rock in Rio.
Em 1992, Bozzo Barretti deixa o grupo, e em 1993, divergências musicais e pessoais levam o vocalista Dinho Ouro Preto a seguir carreira solo. Enquanto isso, o Capital Inicial, agora com Murilo Lima (ex-banda "Rúcula") nos vocais, lança "Rua 47" e "Ao Vivo".
Yves Passarel, ex-"Viper", tocou no Capital Inicial por volta de Janeiro de 1998 com a "breve" saida do Loro. Por pouco esse era o fim do Capital Inicial....será?
São Paulo, março de 1998. Amadurecidos, com o respaldo da ótima vendagem do CD "O Melhor do Capital Inicial", da constante execução de suas músicas nas principais emissoras de rádio do país, e, principalmente, com o apoio dos fãs -- que mantiveram o Capital Inicial vivo -- seus quatro integrantes originais decidem voltar a tocar juntos. Dinho Ouro Preto, Loro Jones, Fê Lemos e Flávio Lemos voltam aos estúdios para ensaiar um novo show, uma comemoração pelos 15 anos da banda e 20 anos do nascimento do rock candango. O repertório inclui sucessos, faixas pouco conhecidas e composições de bandas que fizeram parte da cena de Brasília nos anos 80, como "Plebe Rude", "Legião Urbana" e "Finis Africae". Ao mesmo tempo, começam a receber propostas de gravadoras, interessadas na gravação de um novo disco pela banda. E , como que para marcar esta reunião, eles estréiam o seu site oficial na internet.
Assinam com a Abril Music, para o lançamento de dois discos. Começam os ensaios para a gravação do novo disco, em Brasília e São Paulo. A gravação do novo disco foi feita em Nashville, TN (EUA), produzido por David Z., que já trabalhou com Prince entre outros. E foi gravado no Javelina Studios (antigo estúdio A da RCA). Voltam ao Brasil e começam os ensaios preparatórios do novo show. Em São Paulo é feito o lançamento do CD "Remixes" pela Polygram. Fazem gravação do clipe de "O Mundo". Lançam a música "O Mundo" nas rádios. E um pouco depois lançam o novo CD, "Atrás dos Olhos". Mais um clipe na área, o lançamento do clipe de "O Mundo" na MTV.
Estréia a turnê, com shows em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. Fazem bastante divulgação na imprensa. Agora contando com o Aislan nos teclados. Aislam, natural de BH, era um fã da banda e tocava numa banda cover do Capital Inicial em Belo Horizonte. Ele faz um grande trabalho tocando com o Capital Inicial.
Com isso o Capital Inicial se inventa novamente e continua a carreira de não só uma das melhores bandas de Rock que o pais já teve, como também uma das bandas que mais fizeram sucesso no Rock Brasil.
Com o sucesso de "Atrás dos Olhos" eles conseguem 5 indicações para o VMB da MTV Brasileira; melhor vídeo do ano, melhor direção, direção de arte, rock e escolha da audiêcia. Infelizmente justiça não foi feita e o Capital Inicial não levou nenhum p'rá casa.
Depois de muitos shows promovendo o CD Atrás Dos Olhos e de alguns show na versão "Acústico", o Capital Inicial acaba de gravar o seu "MTV Acústico", que também teve críticas muito boas. E também contou com as participações de Kiko Zambianchi (em Primeiros Erros) e Zélia Duncan (em Eu Vou Estar), sem esquecer é claro das participações de Aislan Gomes (Teclados) e do produtor Marcelo Sussekind (que também produziu o disco "Todos os Lados" de 1989).
Tocaram músicas que já são consideradas "clássicos" do Rock Brasileiro como Música Urbana, Fátima, entre outras e também as inéditas Natasha e Primeiros Erros (de Kiko Zambianchi)
O Capital Inicial acaba de ganhar o seu "Disco de Ouro" pela venda de mais de 100.000 cópias do CD do Acústico MTV (atualmente já passa de mais de UM MILHÃO de cópias vendidas). Capital Inicial, quem te viu e quem te vê. Motivo de orgulho para todos os fãs da banda. Com o Acústico MTV o Capital Inicial fez shows com lotação "esgotada" o Capital Inicial volta a ter um grande espaço na mídia e sucesso entre a nova geração. Os shows, de primeira grandeza diga-se de passagem, são verdadeiros espetáculos. Com muita ENERGIA e estilo, o show do Capital Inicial não deixa nenhum fã à desejar. São uma verdadeira celebração a vida e a alegria.
Agora já com vários web sites e fã clubes à diposição dos fãs (para links, dê uma checada na seção Links), a história do Capital Inicial fica mais "fácil" de ser achada.
Capital Inicial lança o seu primeiro disco "elétrico" depois do sucesso tremendo do "MTV Acústico", O ótimo "Rosas & Vinho Tinto". O primeiro single é "À Sua Maneira".
Infelizmente, depois do sucesso do acústico, Loro Jones deixa a banda e em seu lugar entra Yves Passarell (ex-Viper) na guitarra, que é um ótimo guitarrista e fez parte da banda de heavy metal Viper.
Viva o Rock Candango!!! Viva o Capital Inicial!!!

